Pensando currículo
Os modelos de currículos escolar, estão, desafiados a lidarem com a diversidade cultural e o pluralismo de opiniões, as diversas crenças e até com a integração da mídia globalizante.
A o que está previsto nos currículos não devia ser reflexo da supremacia do capital sobre os recursos humanos e ambientais, ou da propriedade privada sobre os direitos da comunidade.
O currículo precisa desafiar a educação a subverter essa ordem, o currículo precisa fazer da educação uma rebelde, que inspire reações subversivas contra o império mercadológico que reina absoluto nas entrelinhas dos currículos atuais das escolas, em todos os graus de ensino, do fundamental ao superior.
O paradigma mercadológico por trás dos currículos tenta reproduzir consumistas, as correntes “do materialismo histórico dialético” querem reproduzir comunistas...(observe-se de comunistas e consumistas são escritos com as mesmas letras) a escola deve se rebelar desde a formação do currículo contra essas forças retrógradas e empenhar-se em formar cidadãos.
Para o currículo centrado no neoliberalismo, o individuo deve ser mais capaz e mais competitivo e centrado em seus próprios interesses.
Um currículo focado na educação deve pensar em formar pessoas solidárias, altruístas, generosas, e autocríticas.
Um currículo centrado no materialismo dialético prima por formar pessoas críticas, fundamentalistas, alienadas, e totalmente teóricas.
Tanto no currículo centrado no neoliberalismo como no materialismo histórico dialético, estimula o mimetismo cultural, comportamental, e intelectual, estão em extremos ideológicos, e se repelem como forças magnéticas idênticas.
A nova geração conta com uma ferramenta ideal para se inserir nesse mundo globalizado e cheio de conflitos. Essa ferramenta é a educação que conta com o currículo como seu aliado mais importante nesta árdua tarefa.
Subversão – inverter de baixo para cima – é uma saída importante pois permite pois vincula a vida do educando ao seu aprendizado e experiências, assim educa não só para o canudo, concursos e vestibulares, e sim para a vida.
Fazer com que o currículo eduque para vida, é conceber no próprio currículo que os conteúdos levem em consideração assuntos de natureza ética, étnica, humana, ambiental e cultural não exatamente nessa ordem.
O currículo tem também muitos rivais, mesmo quando estão prevendo uma educação multicultural. Entre esses rivais podemos destacar o professor fundamentalista, alienado e mal informado do mundo a sua volta, a mídia televisiva sob o domínio do capital, e uso do computador e das artes apenas como entretenimento, e o próprio educando que se submete a esses professores, tecnologias, e a falta de seletividade e autocrítica.
O currículo tem que ser modificado nessas questões, ou então a escola está fadada a ser uma fábrica de consumistas ou comunistas padronizados, que preferem um shopping center à uma boa conversa com um contador de estórias, intelectualoides, concurseros, reclamões, e por fim velhos incompreendidos e amargos que de tudo põe a culpa no governo.
A o que está previsto nos currículos não devia ser reflexo da supremacia do capital sobre os recursos humanos e ambientais, ou da propriedade privada sobre os direitos da comunidade.
O currículo precisa desafiar a educação a subverter essa ordem, o currículo precisa fazer da educação uma rebelde, que inspire reações subversivas contra o império mercadológico que reina absoluto nas entrelinhas dos currículos atuais das escolas, em todos os graus de ensino, do fundamental ao superior.
O paradigma mercadológico por trás dos currículos tenta reproduzir consumistas, as correntes “do materialismo histórico dialético” querem reproduzir comunistas...(observe-se de comunistas e consumistas são escritos com as mesmas letras) a escola deve se rebelar desde a formação do currículo contra essas forças retrógradas e empenhar-se em formar cidadãos.
Para o currículo centrado no neoliberalismo, o individuo deve ser mais capaz e mais competitivo e centrado em seus próprios interesses.
Um currículo focado na educação deve pensar em formar pessoas solidárias, altruístas, generosas, e autocríticas.
Um currículo centrado no materialismo dialético prima por formar pessoas críticas, fundamentalistas, alienadas, e totalmente teóricas.
Tanto no currículo centrado no neoliberalismo como no materialismo histórico dialético, estimula o mimetismo cultural, comportamental, e intelectual, estão em extremos ideológicos, e se repelem como forças magnéticas idênticas.
A nova geração conta com uma ferramenta ideal para se inserir nesse mundo globalizado e cheio de conflitos. Essa ferramenta é a educação que conta com o currículo como seu aliado mais importante nesta árdua tarefa.
Subversão – inverter de baixo para cima – é uma saída importante pois permite pois vincula a vida do educando ao seu aprendizado e experiências, assim educa não só para o canudo, concursos e vestibulares, e sim para a vida.
Fazer com que o currículo eduque para vida, é conceber no próprio currículo que os conteúdos levem em consideração assuntos de natureza ética, étnica, humana, ambiental e cultural não exatamente nessa ordem.
O currículo tem também muitos rivais, mesmo quando estão prevendo uma educação multicultural. Entre esses rivais podemos destacar o professor fundamentalista, alienado e mal informado do mundo a sua volta, a mídia televisiva sob o domínio do capital, e uso do computador e das artes apenas como entretenimento, e o próprio educando que se submete a esses professores, tecnologias, e a falta de seletividade e autocrítica.
O currículo tem que ser modificado nessas questões, ou então a escola está fadada a ser uma fábrica de consumistas ou comunistas padronizados, que preferem um shopping center à uma boa conversa com um contador de estórias, intelectualoides, concurseros, reclamões, e por fim velhos incompreendidos e amargos que de tudo põe a culpa no governo.
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